PREFÁCIO
NOTA DOS AUTORES
CAPÍTULO 1 – O PARADIGMA DA MUDANÇA E A MUDANÇA DE PARADIGMAS
Uma visão global da temática
O paradigma da mudança e a mudança de paradigmas
O paradigma dos biscoitos que nos furtaram (ou que nós furtamos?!)
Os paradigmas como obstáculos à mudança nas organizações
Paradigmas para a actualidade
O líder como construtor de ambientes organizacionais
Liderar a mudança é difícil
A profecia que se realiza – o paradigma da “psicologia da vitória”
Marx não foi marxista?!
Estrutura do livro
CAPÍTULO 2 – NA SENDA DA ORGANIZAÇÃO AUTENTIZÓTICA
Introdução
Mudança – o eixo da liderança
Liderar a mudança: em que direcção?
Organizações de elevado desempenho (OED)
A multiplicidade de critérios de desempenho/eficácia
Características das OED
Organizações autentizóticas
“A empresa viva” – rios em vez de charcos
Líderes e seguidores
Os “treinadores” são mesmo importantes?
Seguidores eficazes
Liderar pelo exemplo
Humildade + Determinação = Liderança de nível 5
“Liderança no século XXI”
Súmula conclusiva
CAPÍTULO 3 – MUDANÇAS, MUDANÇAS, MUDANÇAS: DIFERENTES ABORDAGENS, DIFERENTES TIPOS
Um tema de vastíssima presença
Abordagens de análise da mudança organizacional
Quatro escolas: ciclo de vida, teleológica, dialética e evolucionista
A perspectiva teleológica – mudar para atingir determinados propósitos
Diferentes estilos de liderança para distintas fases do ciclo de vida
Uma perspectiva dialéctica: Dores de crescimento (a dialéctica evolução/revolução)
Uma perspectiva evolucionista
A interpenetração das abordagens
Vários tipos de mudança
Planeada, estratégica, emergente e improvisada
Mudança incremental vs. mudança radical
Como a mudança incremental e radical se combinam: outro modelo ilustrativo
Mudança planeada vs. mudança emergente
Tipos de mudanças – classificações “para todos os gostos”
Súmula conclusiva
CAPÍTULO 4 – PORQUE FALHAM AS MUDANÇAS, E PORQUE AS PESSOAS RESISTEM À MUDANÇA
Pessoas, pessoas, pessoas
Gestão incorrecta da mudança: algumas razões explicativas
Abordagem incompleta ou parcial
Deficiências comunicacionais
Uso indevido de tipos e técnicas de mudança
A mente organizacional como obstáculo
Oito erros comuns nos esforços de mudança organizacional
Obstáculos psicossociais: Por que as pessoas resistem à mudança
Ausência de confiança
Crença de que a mudança é desnecessária
Crença de que as mudanças propostas não são viáveis
Evitamento da incerteza
Ameaças à segurança e aos interesses pessoais
Receios de perda de poder e status
Alteração das relações sociais
Esforços/custos de natureza pessoal/familiar
Medo de falhanço pessoal
Ausência de participação
Ameaça a ideais ou valores centrais
“O compromisso rival”
Percepções de injustiça
Convénios pessoais desajustados das necessidades de mudança
Uma visão global
Tipologias de resistências e de resistentes
Interdependência complexa de factores
Equipas emocionalmente inteligentes
Algumas ilustrações
Inteligência emocional do grupo e respectiva eficácia
Organizações emocionalmente aptas e mudanças radicais
Dinâmicas individuais e organizacionais que se interpenetram
Receptividade, mobilização e aprendizagem — a mudança em três dinâmicas
Dinâmicas emocionais
Súmula conclusiva
CAPÍTULO 5 - ORQUESTRAS SINFÓNICAS E BANDAS DE JAZZ: A MUDANÇA COMO PROCESSO PLANEADO OU COMO PROCESSO EMERGENTE
Introdução
Mudança planeada: diagnóstico, preparação, implementação, reforço
A visão dominante nos estudos e nos cérebros dos gestores
Vantagens, desvantagens e riscos
Um processo em oito passos
Uma sequência a cumprir
Um sentido de urgência
Uma poderosa equipa condutora da mudança
Uma visão eficaz
Comunicar a visão da mudança
Empowerment dos empregados
Vitórias alcançadas no curto prazo
Consolidar ganhos e produzir mais mudança
Ancorar a mudança na cultura organizacional
O modelo V.I.A.G.R.A
Outros modelos de condução da mudança
Mudança programática: uma falácia?
Não há one best way!
Estratégias de gestão da resistência à mudança
Liderança da mudança executada por líderes morais
Um olhar microscópico: a mudança emergente
Ocorrências locais que se disseminam proveitosamente pela organização
Estruturas mínimas, orquestras de jazz e jardineiros
Uma síntese
Súmula conclusiva
Anexo - O líder num ambiente de mudança: McGyver ou James Bond?
CAPÍTULO 6 – LIDERAR A MUDANÇA, MUDAR A LIDERANÇA
A relevância do papel dos gestores
Contrastando gestão e liderança
Dois papéis distintos?
Gestores em T
A síndroma da gestão num contexto de mudança
“Líderes e gestores: serão eles diferentes?”
Traços e competências de liderança relevantes
Liderança emocional electrizante
Inteligência emocional
Competências emocionais pertinentes para a eficácia de liderança
Liderança ressonante ou galvanizante
Gestão de emoções em períodos de mudança organizacional
A IE pode ser aprendida?
Diferentes estilos de liderança para diferentes situações de mudança
Quatro estilos de liderança para diferentes níveis de maturidade dos colaboradores
Ajustar estilos às situações de mudança
Liderar de acordo com os graus de urgência e de resistência
Mudar a liderança - a lógica contingencial sob ataque
Súmula conclusiva
CAPÍTULO 7 – LÍDERES TRANSFORMANDO AS ORGANIZAÇÕES
“Tudo depende”?
Um manifesto anti-contingencial
Como a confiança se desmorona
Jack Welch – um líder camaleónico?
Liderança carismática
A armadilha do cavaleiro branco
Explosões de liderança: faísca, combustível e oxigénio
Algumas teorias explicativas da liderança carismática
Líderes que se auto-sacrificam
Narcisismo e perversidade (carisma - a quanto obrigas!)
Liderança transformacional
Liderança transaccional versus transformacional
Liderança transformacional e mudança
Líderes transformacionais autênticos e impostores – a relevância da ética
“Um assunto do coração”
Súmula conclusiva
CAPÍTULO 8 – A LÓGICA DE SHAKESPEARE VS. OS SILÊNCIOS MENTIROSOS: UM MANIFESTO SOBRE A PARTICIPAÇÃO
As duas faces do Janus da participação
A lógica de Shakespeare
O pensamento grupal – quando os grupos perdem eficiência mental
A mudança como contexto propício ao pensamento grupal
Sintomas do pensamento grupal
Condições potencialmente contributivas do pensamento grupal
Consequências
Métodos preventivos
Súmula conclusiva
Complemento 1 – Desafiando a síndrome do vaivém Challenger: Dez lições de liderança simples (mas difíceis) que podem ser extraídas do desastre
Um lançamento contra natura?
Uma versão sucinta dos acontecimentos
Avidez, arrogância e cobardia?
Os sete pecados mortais
Estrita conformidade e obediência cega aos procedimentos “correctos” habituais
Obediência cega à cadeia de comando vertical
Excessivo desvelo pelo cumprimento da divisão horizontal do trabalho
Prerrogativa decisória nas mãos dos gestores
Orientação para os resultados de curto-prazo em detrimento da orientação estratégica e sistémica
Obsessão com o alcance de objectivos pré-determinados
Supressão ou distorção das más notícias
Posições de macho e de cobardia?
As dez simples (mas difíceis) lições de liderança
Complemento 2 - Mecanismos de fomento da inteligência emocional da equipa – um poderoso antídoto do pensamento grupal
Complemento 3 - Groupthink ou Politicothink? A invasão da Baía dos Porcos e a Guerra do Vietname: Uma visão alternativa para a explicação de dois fiascos decisórios
Complemento 4 – Groupthink, Spreadthink, Clanthink e Linkthink
CAPÍTULO 9 – APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL: ENSINAR A APRENDER/APRENDER A ENSINAR
Organização que aprende: uma esponja em constante movimento
A mudança das regras do jogo
Aprendizagem organizacional e organização que aprende
A esponja (móvel) embebida que se espreme para voltar a embeber-se
Modos de aprendizagem organizacional
Dois duetos e um sexteto
Aprendizagem metódica
Aprendizagem emergente
O processo de aprendizagem organizacional
O subciclo da aquisição e assimilação da informação
Aquisição de informação
Assimilação da informação e criação de conhecimento
O subciclo da utilização do conhecimento
Inovação
Rotinização
O processo de desaprendizagem organizacional
Ruptura
Reequilíbrio
Sistema inteligente de negócio, visão periférica, organização porosa à informação, cultura de consciência da envolvente – quatro conceitos relacionados
O papel dos líderes na criação e fomento da organização aprendente
Liderança e aprendizagem durante a vida: vogando na crista da quarta vaga
Súmula conclusiva
ANEXO - Onze ideias e meia (11,5) bastante esquisitas para estimular a aprendizagem e a inovação na sua empresa
CAPÍTULO 10 – EPÍLOGO: A “MORAL DA HISTÓRIA” EM 50 LIÇÕES
A certeza da mudança
Velhos paradigmas – o sucesso de ontem é inimigo do sucesso de amanhã
Novos paradigmas – pessoas, pessoas, pessoas
Líderes arquitectando os ambientes organizacionais
A psicologia da vitória
Organizações autentizóticas
Empresas vivas
Generais e soldados
A importância dos treinadores
Humildade + determinação = liderança de nível 5
Mudança programada x mudança emergente
Mudança incremental x mudança radical
Rãs em água morna
Mudanças tecnológicas x mudanças humanas
“A mudança é intensamente pessoal”
Os ciclos de vida organizacional não são uma sina
Diferentes mazelas tratadas por diferentes médicos
Não é possível não comunicar
O risco de andar “atrás das modas”
A mente organizacional como obstáculo
Visões eficazes
Poderosas equipas de condução da mudança
Por que as pessoas resistem à mudança?
Efeitos colaterais do despotismo esclarecido
Cinismo e paranóia
O ser e o parecer
Sagacidade política
Ninguém espera ad eternum
Orquestras de jazz e jardineiros
Gestão e liderança: são ambas necessárias?
Futuro radiante – mas inalcançável
Gestores e líderes: são eles diferentes?
Dupla liderança
Que traços de personalidade se exigem a um líder para conduzir as mudanças?
“Tourada portuguesa”
Liderança electrizante, ressonante ou galvanizante
Liderança camaleónica
Explosões de liderança
O lado escuro do carisma
Liderança transformacional
Lideres genuinamente transformacionais e líderes pseudo-transformacionais
Assuntos do coração
A ineficiência mental das equipas decisórias
Quando se recomenda que o líder “esteja calado”
A importância das vozes dissonantes – e a relevância dos “advogados do diabo”
A quarta vaga – a economia baseada na aprendizagem
A esponja (móvel) embebida que se espreme para voltar a embeber-se
(In)competências (in)conscientes
Os erros são bem-vindos?
“Um guia de sobrevivência para líderes”
Questionários e exercícios: Para auto-avaliação e para avaliação da sua organização
Instruções para os questionários de auto-avaliação e de avaliação da sua organização
Bibliografia